Just Kidding

Maio 31, 2008

Monte seu CD!

1. O título desse verbete aleatório da Wikipedia será o nome da sua banda.

2. As quatro últimas palavras da última frase dessa página de citações formarão o nome do seu disco.

3. A terceira foto dessa página do Flickr será a capa do seu disco.

Gostei. Montei meu primeiro disco com a banda peTTiT. :)

Não deu pra fazer uma montagem legal, que não tenho photosho nesse PC. Fica a brincadeira pra todo mundo fazer também!

(Peguei no blog: Jesus, Me Chicoteia! )

 

P.S.: Só para descontrair enquanto não volto a postar….

P.P.S.: O WordPress está very very bizarro…


O Planeta Que Não Derrete

Fevereiro 4, 2008

Dia desses estava lendo um post sobre aquecimento global lá no blog do Menegroth e parei pra pensar pela primeira vez em algum tempo sobre minha opinião a respeito do assunto.

Digo primeira vez em algum tempo porque eu já havia cansado de discutir ecologia. Discordar de todo mundo é algo desgastante. Atualmente é impregnado no senso comum que estamos prestes a destruir nosso planeta. Todo mundo sabe que o aquecimento vai nos fritar em alguns anos, sabe que em duas décadas não vai mais ter água, sabe que a variedade de espécies tende a diminuir.

Quando as pessoas todas sabem demais, sabem tanto que acreditam sem protestar, sabem tanto que qualquer opinião contrária é descarta, eu sinto cheiro de perigo no ar.

A questão da defesa do meio ambiente tem, sim, seu lado obscuro. Censura, medo, ilusão, dinheiro: tudo isso está relacionado à opinião pública de uma maneira surpreendente.

Censurados são todos os que falam contra a palavra comum. Diversos estudiosos sérios foram impedidos (por falta de permissão ou financiamento) de continuar estudos que punham dúvidas sobre esse cenário de catástrofe ou que limitavam a participação humana na mudança do mesmo.

Há uma corrente científica que prevê o aumento da biodiversidade em decorrência do efeito estufa. O argumento é que a temperatura mais alta contribui para que mais espécies possam habitar certos ambientes. Por exemplo, comunidades marinhas podem estar se formando na água derretida de Icebergs, mais quente do que a água polar.

Outros ainda dizem que o planeta já passou por mudanças de temperatura muito antes do homem sequer sonhar com o Paleolítico. Indícios mostram que o mar já esteve em locais hoje muito altos ou que a terra atualmente submarina já foi habitada. Mais de uma vez o planeta congelou e esquentou.

Agora eu pergunto: quantas pesquisas sérias nesse sentido são incentivadas? Quantas alternativas dessas são mostradas pela mídia? Assumir um ponto de vista ignorando os poréns não pode ser perigoso?

Pois bem, como todos pareceram escolher o lado dramático da destruição ambiental, eu sempre militei pelas idéias opostas a este. Oras, quando há muita gente lutando num exército, o inimigo deve usar alguns reforços, senão o mundo todo será dominado em pouco tempo.

E foi ao conhecer idéias que me dei conta de outro aspecto: o medo. É fato, o mundo está com o cu na mão. Na verdade, sempre esteve.  Todas as épocas tiveram sua grande tragédia grega. Sempre houve um inimigo que causaria o fim do mundo, uma data da qual não se poderia passar, uma doença que iria dizimar a humanidade. Eu creio que se pudéssemos voltar mil anos no passado e perguntar a um morador de então quanto tempo ele acha que o planeta duraria, nós não estaríamos na previsão dele.

Isso porque a sociedade faz questão de se sentir importante, achar que é fundamental para o futuro. Acreditamos, da mesma forma que nossos antepassados, que nós somos o fator decisivo do maior momento da história. Ninguém considera uma reviravolta que mude tudo sem grandes sofrimentos. Mais ainda: ninguém considera que o planeta pode dar sua reviravolta sozinho e nós sobrarmos para espectadores.

Ah, pois bem, o aquecimento global é nosso carma, nosso grande temor. É até feio não ter medo dele! Mesmo as pessoas tradicionalmente mais desligadas estão comprando cadeiras de papel higiênico reciclado porque acreditam que isso as pode salvar.

Aliás, o terrorismo psicológico vai além da salvação pessoal – já estão colocando a família no meio da bagunça. Dizem que nós vamos condenar nossos filhos e netos a um mundo mais seco que célula plasmolizada. É verdade? Não se sabe, mas quem tem coragem de arriscar o futuro das crianças? Na dúvida, melhor comprar tomate orgânico.

Exatamente por essa brecha que o medão abriu no peito das pessoas (peito, para não especificar um lugar mais próprio) que uma infinidade de instituições resolveu sugar dinheiro alheio. A madeira certificada custa mais caro que a madeira normal, mas é para o bem do mundo então ta valendo. O qualquercoisa com suco de piroca marapuama tem gosto de vômito, mas, vá! é tão saudável.

Sabe aqueles hippies que não ligavam para dinheiro e, por isso, viviam de vender colarzinho de semente de melancia e roupa marrom? Poisé, eles ficaram ricos. Hoje em dia todo mundo acha lindo andar com bagaço de melancia no pescoço e – pior- acha lindo o marrom-cocô. Por algum motivo, verde e marrom-cocô são as cores da ecologia.

Voltemos ao raciocínio: por que os mesmos hipongas um dia crucificados pela sociedade hoje vendem como água suas cadeiras marrom-cocô? Por que as pessoas resolveram trocar confortáveis poltronas acolchoadas por troninhos feitos em fibra de bambu?

A cultura do medo se tornou tão institucionalizada que fez o mundo todo olhar para o marrom-cocô como se fosse o pretinho básico. Foi incrustado na cabeça do povo que somente ao comprar produtos ecologicamente corretos, o mundo seria salvo.

Essa idéia é muito mais ampla do que hippies ricos. Atualmente, tudo o que é produto apela nesse sentido. Já pensaram quanto dinheiro iria se perder caso os produtos voltassem ao preço que tinham antes de sofrer as necessárias mudanças para se salvar o mundo?

Para mim, esse é o maior impedimento à compreensão da realidade. Acabar com a idéia de uma futura catástrofe seria o mesmo que comer a Galinha dos Ovos de Ouro ensopada com batatas. Simplesmente não é viável.

Manter a população em constante pavor, conhecendo apenas parte da verdade já é um objetivo comum de tanta gente que o fato chega a dar medo por si só.

Eu não digo que a sociedade deva parar de se preocupar com o meio ambiente, nem digo que nada vai acontecer em relação a este. O que eu insisto e bato o pé é para a possibilidade de se ouvir opiniões diversas. Não acredito que o mundo guiado por uma só opinião tenha futuro. Se cada nova idéia [revolucionária] definhar na amargura, nós nunca vamos poder olhar com clareza para nosso próprio planeta.

É claro que devemos preservar a natureza e mantê-la o mais próximo possível de seu original, mas devemos também olhar com cuidado para outros aspectos. A corrupção continua aí. O crime não dá trela. Nossa sociedade vai resistir à desigualdade e às guerras?

Não importa, né mesmo? Contanto que a temperatura não suba, a gente fica feliz. Feliz e pagando a conta.


Keep Watching

Janeiro 31, 2008

Férias são boas porque há tempo suficiente pra se fazer todas as coisas que se tem vontade sem, contudo, o contratempo de fazer as coisas de que não se tem vontade. É como comer uma tonelada de leite condensado com Nescau sem nunca engordar.

Em suma: livros, séries e filmes adoidado. Sem aula, nem trabalho, nem nada mais.

Livro: Radical Rebelde Revolucionário, Crônicas Cubanas – Alex Castro

Capa do livroTaí um livro interessante. O autor, blogueiro famoso, foi passar uma temporada em Cuba, fazendo alguns estudos para sua faculdade de Nova Órleans (nos States). Aproveitou para conhecer bem o lugar, bater um papo com cada alma viva de lá e tirar algumas fotos.

Ao voltar, reuniu suas impressões e experiências nesse e-book (que pode ser adquirido aqui, por R$20,00). O tchan da coisa é que ele não fez um estudo social, focado na verdade confirmada e comprovada. Ao contrário, o livro todo se trata de suas impressões e daquilo que os cubanos disseram ser verdade.

Não importa se é realmente assim, se há exceções, se ele errou. O que importa é que alguém esteve em Cuba e viu as coisas dessa maneira. Mais que isso: um ou mais cubanos que o apresentaram a cada aspecto local queriam que ele visse as coisas dessa maneira.

Tratados, estudos e teses sobre Cuba, a Revolução e a situação do povo tem de sobra. Até professor meu da escola fazia tese sobre Cuba. O que raramente vemos é como os própios cubanos enxergam seu país, sua história, sua cultura. Como se vive, na pele? O que deu certo e o que deu errado na Revolução? Como é a censura e a repressão?

É por responder perguntas como essas que o livro de Alex Castro vale a pena.

Filme: O Ilusionista

Esse filme conta a história de um mágico que se envolve em tramas das mais cabeludas pra conseguir viver em paz com aPôster amada de infância. O problema que separa os dois é o fato de ela ser uma aristocrata prestes a se casar com o príncipe e ele,  um bostinha.

A história meio manjada deveria ser revertida pelas mágicas mirabolantes e pela trama que vai se desenrolando em algo inimaginável. Não dá muito certo.

As mágicas são forçadas e irreais, só isso faz perder um terço da graça. O andar da carruagem, todo cheio de suspense é de fato interessante e tem curvas inesperadas, mas também não é genial e chega e ser forçado.

Um filme fraco, mas aceitável. Daquele tipo que não se precisa alugar, nem mudar o canal quando tiver passando na TV.

Filme: O Grande Truque

Por algum motivo inesperado o Universo conspirou para que eu assistisse dois filmes de mágicos em seguida. Esse segundo, porém, é bem superior ao primeiro.

PôsterAqui dois mágicos que viram inimigos logo quando novinhos passam a competir, se enfrentar, se sabotar. Inicialmente, ambos vivem simplesmente a querer superar o outro. Começam, então, a se sacanear. Acabam passando dos limites.

Num determinado momento, um deles surge com um truque magnífico e o outro tem que imitar para não ficar pra trás. Ah, tem muito mais que eu não vou contar pra não estragar o espetáculo.

Há um tom de suspense que deixa uma interrogação na cabeça do espectador desde o início. Vale alertar que é uma trama complexa, que não ocorre em ordem cronológica e ainda é cheia de gente querendo se disfarçar. Então, é melhor ficar atento ou você perde o fio da meada.

Série: Monk

Famosa e já na sua sexta temporada, essa série rende risadas em cada episódio, além de ser divertido acompanhar as investigações. É leve, com episódios quase totalmente independentes e um humor muito foda!

As manias do Monk, somadas ao seu grande intelecto e aos casos mais bizarros dá a essa atração um tom que nenhuma outra do gênero tem. Adoro.

Outros

Também assisti “Diamante de Sangue”, “À Procura da Felicidade” e li o último “Harry Potter”. Esses três, porém, são um tanto quando conhecidos e falados demais para eu ter qualquer coisa a acrescentar.


Blogs, Fóruns e um Bando de Gente

Janeiro 23, 2008

Nerd que é nerd tem amigos virtuais, participa de debates em fóruns, mantém um blog e possui vários amigos que fazem o mesmo.

É, eu sou nerd.

E como bom nerd que sou, está na hora de avaliar o que vem acontecendo nesse pequeno e gigantesco mundo on line. Tem gente nova no pedaço que merece um voto de “boa sorte” e tem também gente velha que continua fazendo bonito. Como diria Jack, o estripador, vamos por partes:

Peixe fresco:

A primeira novidade que vale ser citado é o Fórum Meia Palavra. Surgiu há pouco menos de dois meses sem temor nem acanho. Não cresceu devagarzinho, nem foi comendo território pelas beiradas. O Meia Palavra chegou chegando, chutou o balde e mostrou quem é que manda.

Nesses 60 dias de vida já tem mais de trezentos tópicos e três mil mensagens. Um Clube de leitura está fervilhando na escolha do primeiro tema e definição das regras. As discussões estão cada vez melhores!

Isso, imagino eu, é conseqüência das pessoas que foram para lá desde o comecinho. A maioria macacos velhos de outros fóruns que resolveram nerdiar em mais um território.

Epa! Acho que faltou só um detalhe: o que foi capaz de reunir toda essa gente animada em tão pouco tempo? Simples: a paixão pelos livros. Books, books e mais books! O fórum é todo sobre Literatura. Enfim, vale mesmo a pena fazer um cadastro por essas bandas.

Ah, mas não foi só o fórum que surgiu recentemente! O colega Ascagalad lançou Mire e Atire, um blog sobre aleatoriedades que vêm a sua cabeça. Bom, com layout bonito e – pasmem – até passou do primeiro post. Está sendo atualizado bem, com assuntos diversos.

Depois, Carol começou seu Toute ma vie, com posts infinitos (sometimes até mais de um por dia!) sobre sua vida, seus pensamentos e seus empregadores pentelhos. Ela ainda posta vídeos e outras coisas bacanas.

Provavelmente em um surto de inspiração, Carol entrou em mais um projeto, ao se juntar à Isabel e Sally na criação do blog That’s the Point. Com um humor descomprometido, as meninas empenham-se tiram sarro de qualquer alma viva.

Por fim, veio o amigo orc velho de guerra, Snaga, com seu blog Covil do Orc. Até agora foram só três dias de nascimento, mas já dá pra notar que ele quer fazer um blog responsa, bem trabalhado e com atualizações constantes.

Vale destacar que todos os quatro acima são do WordPress. Poisé, esse sistema vem ganhando territóio!

Velho sim, podre nunca:

Quem continua mostrando pra que veio é a Anica, com seu Hellfire Club sempre atualizado, sempre cheio dos mais diversos assuntos interessantes.

Um pouco mais devagar, porém sempre em frente, o Proview nunca largou mão do seu Livejournal, apesar de ele ter sumido do mapa desde o fim de ano.

O Fëanô surtou de vez e resolveu postar de novo lá no Domus Absurdum, depois de abandoná-lo por cerca de um ano.

A Isabel também não perdeu o ritmo e completou ontem seu primeiro ano de blog à frente do Have to Have Some Fun. Parabéns para ela!

Vou agora ver mais alguns blogs em atividade, outros do pessoal lá do Meia Palavra e, em breve, devo fazer mais um post como esse. =)

Vale lembrar que todas as dicas desse post estarão permanentemente na página “Links”.

Em tempo:

Só para aproveitar o jabá, vale lembrar que o Fórum Valinor está concorrendo ao Prêmio ibest. Para votar, basta acompanhar essas instruções. Se você leu esse blog e ainda não votou, shame on you!


What do you see?

Janeiro 17, 2008

Nos últimos tempos minhas atividades culturais estiveram em baixa. Era difícil manter um bom nível de estudos no cursinho e também dedicar-me a filmes e livros. Quando eu, por cansaço, resolvia fazer alguma coisa só por gosto, invariavelmente acaba com peso na consciência.

Bem, os últimos tempos passaram e eu voltei a ter uma vida só pra mim (entenda-se: férias). Nesse comecinho de ano pós Fuvest ainda não deu tempo de fazer muita coisa, mas pelo menos deu tempo de fazer alguma coisa.

Eis as minhas algumas coisas:

Livro: O Retrato de Dorian Gray

É difícil explicar o que achei. Um livro bom, mas com um quê de dramático que poderia ser diferente. O Doryan é um grande saco de bode, muito chato e cheio daquelas frescurinhas dramáticas nas quais eu não costumo ver muita graça. Entretanto, isso de alguma frma se encaixa no contexto, chega a fazer sentido quando certas coisas acontecem no livro. Eu diria que o melhor são as maravilhosamente detalhadas descrições do narrador, os momentos de clímax em relação ao quadro e o Lord Henry, uma personagem muito legal.

Como o livro é focado mais em diálogos, toda a graça do Lord está nas coisas que ele fala. Outras personagens também falam bem aqui ou ali, mas essa se supera!

Ainda não cheguei ao fim, mas digo que é um livro que jamais desencorajaria alguém a ler. Não está, entretanto, na minha lista de preferidos ou principais recomendados. Isso porque eu preferiria que tivesse sido conduzido de outro modo. Talvez uma degradação mais lenta e psicológica da personagem principal tornasse o livro recheado de genialidade. Mas os acontecimentos foram bruscos e Wilde perdeu uma boa oportunidade quando passava o tempo falando de supérfulos que agradavam Doryan. É uma ótima leitura para quem gosta de pensamentos ácidos e se entende bem sentimentalismos um pouco radicais.

Seguem algumas citações bacanas do livro:

“Use a capacidade que tens. A floresta ficaria silenciosa se só o melhor pássaro cantasse.”

“Oh! Os irmãos! Não ligo para os irmãos. Meu irmão mais velho teima em não morrer, e os mais novos dão a impressão de querer imitá-lo.”

“O único meio de nos livrarmos de uma tentação é ceder a ela”

“As mulheres vulgares nunca excitam nossa imaginação. Estão limitadas ao seu século. Não há magia que possa transformá-las. Pode-se conhecer a sua mente como se conhecem os seus chapéus. Podemos encontrá-las sempre. Não há mistério em nenhuma delas”.

“Você gosta de todo mundo, portanto, é indiferente a todos.”

Não consegui (claro) caçar todas as melhores pelo livro, mas fica aí um pouco do que encontrei. Enfim, um livro com passagens que me desagradam e outras que me agradam. Com certeza não se pode dizer que é mediano em alguma coisa. Além do mais, tem bons trechos que renderiam discussões interessantes.

Filme: Memórias de uma Gueixa

Um filme capaz de entreter por quase todo o tempo, mas confesso que esperava um pouco mais. Toda aquela pompa com as seis indicações ao Oscar não significou muita coisa no fim das contas.

Pode-se dizer que é um drama, digamos, exageradamente dramático. A história conta a vida de uma menina que perdeu a família e foi comprada para virar uma gueixa. Tem tudo que um bom melodrama deve ter: perdas, amor platônico que fica na corda bamba até o fim do filme, menina má que persegue a protagonista, tias malvadas que são rigorosas demais com ela, um protetor, superação pessoal, etc.

Li críticas que chamaram o filme de “Maria do bairro Oriental”. Com certeza um tanto exagerado, mas não sem seu fundo de verdade. A trama principal em si é bem manjada, com certeza, mas há uma parte divertida que é a expressão da cultura oriental com tradições desumanas com um quê de curiosas.

Enfim, acho que é o tipo de filme bem médio, que não faz mal mas também não vai deixar ninguém de boca aberta.

Série: Dexter

Acabei de ver a segunda temporada no começo desse ano. Simplesmente fantástico. Acho que é a melhor série que vi nos últimos tempos. Os 12 capítulos foram todos muito bem feitos, desde o roteiro até a execução. Dexter é perfeito como protagonista e seus problemas pessoais (que incluem o fato de ele ser um especialista forense da polícia e, nas horas vagas, um Serial Killer perseguidor de bandidos) são muito interessantes.

Com certeza recomendo! Assistam ambas as temporadas que, acredito eu, não vão se arrepender.

Série: Roma

Comecei a reassistir a primeira temporada desse seriado da HBO. Com certeza muito bom. A caracterização de época é fantástica, o enredo, os atores, acho que há poucos defeitos para se apontar aí.

A não ser, talvez, pela própria HBO que pode apontar um defeitinho interessante: a série foi caríssima e deu um prejuízo de milhões de dólares para o canal. Em entrevista na veja, porém, um produtor disse que valeu a pena. Bem, valeu mesmo: podem conferir!